Um homem hétero muitas vezes vive com medo de ser chamado de “gay” só por se preocupar com a própria aparência.
Não é exagero. Conheci um cara no ensino médio que tentou se depilar porque a namorada disse que gostava de homens sem pelos. Ele só fez isso uma vez e nunca mais, porque o pai descobriu, bateu nele e ainda ameaçou quebrar o celular com um martelo, dizendo que aquilo era “coisa de gay”.
Quando alguém cresce ouvindo isso, não é surpresa que, aos 30 anos, ele acabe fazendo apenas o mínimo para se cuidar. E aí, você percebe os efeitos dessa educação.
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Não é exagero. Conheci um cara no ensino médio que tentou se depilar porque a namorada disse que gostava de homens sem pelos. Ele só fez isso uma vez e nunca mais, porque o pai descobriu, bateu nele e ainda ameaçou quebrar o celular com um martelo, dizendo que aquilo era “coisa de gay”.
Quando alguém cresce ouvindo isso, não é surpresa que, aos 30 anos, ele acabe fazendo apenas o mínimo para se cuidar. E aí, você percebe os efeitos dessa educação.
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Não é exagero. Conheci um cara no ensino médio que tentou se depilar porque a namorada disse que gostava de homens sem pelos. Ele só fez isso uma vez e nunca mais, porque o pai descobriu, bateu nele e ainda ameaçou quebrar o celular com um martelo, dizendo que aquilo era “coisa de gay”.
Quando alguém cresce ouvindo isso, não é surpresa que, aos 30 anos, ele acabe fazendo apenas o mínimo para se cuidar. E aí, você percebe os efeitos dessa educação.
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Não é exagero. Conheci um cara no ensino médio que tentou se depilar porque a namorada disse que gostava de homens sem pelos. Ele só fez isso uma vez e nunca mais, porque o pai descobriu, bateu nele e ainda ameaçou quebrar o celular com um martelo, dizendo que aquilo era “coisa de gay”.
Quando alguém cresce ouvindo isso, não é surpresa que, aos 30 anos, ele acabe fazendo apenas o mínimo para se cuidar. E aí, você percebe os efeitos dessa educação.